Graça Consoladora

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“Eu não vos deixarei órfãos: eu voltarei para vós.” (João 14:18)

Bendito Jesus! Como Sua presença santifica a provação; expulsa a solidão da câmara da doença; e o aguilhão da câmara da morte! Resplandecente Estrela da Manhã! Precioso em todos os momentos, Você nunca é tão preciosos como no “dia escuro e nublado!” A amargura da tristeza existe – para termos os Seus consolos prometidos.

Quão bem qualificado, Homem de Dores, é Você para ser o meu Consolador Fiel! Quão bem equipado para secar as minhas lágrimas – Você que derramou tantas lágrimas! O que são as minhas lágrimas – minhas tristezas – minhas cruzes – minhas perdas, em comparação com as Suas, que derramou primeiro Suas lágrimas, e, em seguida, seu sangue por mim! As minhas são merecidas, e muito menos do que eu mereço. Quão diferente, Oh Cordeiro de Deus – as dores que afligiram o Seu peito sem culpa!

Quão doces são os confortos que Você prometeu para nos consolar, quando penso neles como fluem a partir de um Todo-Poderoso Amigo Sofredor, “Um irmão nascido para a adversidade” – “Um Amigo que é mais chegado do que um irmão!” – Alguém que pode dizer, com todas as simpatias refinadas de uma natureza humana exaltada santa: “Conheço as tuas tristezas!”

Minha alma! acalma teus sofrimentos! Não há tristeza que você possa experimentar, que Jesus, em Seu tesouro de graça – não tenha um consolo correspondente exato: “Na multidão das tristezas que tenho em meu coração – Suas consolações recreiam a minha alma!”

Texto de John MacDuff, traduzido e adaptado por Silvio Dutra.


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