O testemunho de um rei pagão

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DANIEL 4.1-37

… eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glori? co ao Rei do céu, porque…
os seus caminhos [são] justos, e pode humilhar aos que andam na
soberba. (Dn 4.37.)

O quarto capítulo do livro de Daniel foi escrito pelo rei Nabucodonosor
a todos os povos, nações e homens de todas as línguas que habitam em toda a
terra. O rei tivera um sonho muito estranho: vira uma árvore de grande
altura no meio da terra. Crescia e se fazia forte, sendo vista até nos confins
do mundo. Aves e animais do campo encontravam abrigo em seus ramos e
galhos. Por ordem de um anjo, a árvore foi derrubada. Seu tronco e raízes
foram atados com cadeias de bronze, molhados com o orvalho do céu e sua
porção foi com os animais da terra. Seu coração humano seria mudado em
coração de animal, até que se passassem sete tempos.

Daniel deu ao rei a interpretação, que se cumpriu literalmente. A árvore
simbolizava o rei. Seu orgulho seria tratado, e ele conheceria o poder e a majestade do Deus verdadeiro. Nabucodonosor, por sete anos, agiu exatamente
como animal. Seu corpo era banhado pelo orvalho, desnudo e com pelos e
unhas enormes, e comia erva como os bois. Até que lhe voltou o entendimento,
e então deu glória a Deus.

Esse rei que conquistara o mais famoso império e construíra a mais linda
cidade da Antigüidade, reconheceu, a duras penas, que nada somos sem o
Senhor. Ele glorificou o Deus criador e reconheceu que o orgulho é tolice, é
ignorar o poder de Deus. Seja, portanto, humilde, como o maior de todos
os mestres: Jesus!

Não vale a pena se orgulhar,
Cristo te manda humilde ser,
A ele somente exaltar,
E para a sua glória viver.

Pai, seja dada a ti toda honra e todo louvor, pois tu és
digno. Faze-me andar no mesmo jugo de Jesus, a ser manso e
humilde de coração. Amém.


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