Homossexualismo – Silêncio da Igreja o Desespero e a Morte de muitos

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Desde os 07 anos de idade tive experiências homossexuais. Ficaram mais frequentes por volta dos 10 anos. E dos 12 aos 16 elas se tornaram regulares.
Aos 19 anos assumi minha homossexualidade e então descambei mesmo de parceiro em parceiro. Aos 22 anos eu estava completamente entediado dessa coisa toda e minha vida estava fora de controle.

Eu bebia muito e uma vez bati o carro. O acidente me fez repensar minha vida e indagar qual seria o meu fim. Tudo indicava um futuro tenebroso.
Em meio a essa situação, acabei ouvindo a pregação de um pastor. Embora até então eu odiasse os crentes, os pastores e as igrejas evangélicas.
Uma frase desse pastor mudou minha vida: “Você só pode saber se o que você faz é agradável a Deus se você souber o que Deus quer que você faça para agradá-lo”. Quando o pastor fez o apelo, eu fui a frente. No dia seguinte comecei estudar a bíblia sozinho, encontrei as respostas que eu preciso e minha vida jamais foi a mesma. Faz dez anos que ando em vitória e sirvo ao “Deus dos crentes”.

Sou casado e tenho uma família abençoada. Sou servidor publico federal e professor universitário.
Ainda tenho lutas (quem não às tem?), mas é um prazer vencer todas elas pela fé. Não sinto nenhum tipo de atração por homens e ajudo outros rapazes a se livrarem disso. Tenho ajudado até mesmo pastores com mais de duas décadas de ministério que não sabem lidar com os problemas homossexuais que atormentam algumas de suas ovelhas e, às vezes, eles mesmos. (Claudemiro Soares – Autor do livro Homossexualidade Masculina)

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Preciso urgente de ajuda, tenho 25 anos estou casado há pouco mais de dois anos, e os desejos homossexuais não param de me atormentar. Aos 15 anos de idade tive minha primeira experiência, quando me masturbei com um amigo da escola, dias depois repetimos o ato, só que dessa vez praticamos sexo oral… Eu sabia que era errado, mas eu permiti… Já tive varias experiências homossexuais, a maioria delas eu busquei na internet em salas de bate papo… Já sai com vários homens, alguns deles casados… Cheguei a “namorar” com um amigo que assim como eu, também era evangélico… Íamos ao culto, eu e minha esposa, ele e a esposa dele e depois do culto sempre davam um jeito de estarmos juntos para “namorar” um pouquinho.

Não estamos mais namorando, sabíamos que era pecado, hoje somos grandes amigos… Mas não consigo parar de pensar e o desejar… Sei que ele também me deseja. Não tenho forças, tenho entrado sempre na internet, em salas de bate papo e marcado encontro com outros rapazes… Tenho medo de perder minha esposa, eu a amo. Tenho medo de ser descoberto, sei que estou desagradando o coração de Deus. Sempre oro, choro e faço promessas que não farei mais, mas basta surgir os desejos para que eu esqueça tudo isso e me afunde cada vez mais… Outro dia eu me masturbei e pratiquei sexo oral com um rapaz no banheiro do Shopping.

Meu Deus, eu estou desesperado… Não aguento mais isso em minha vida, quero ser livre desse desejo maldito… Quando eu caio, não consigo nem olhar pra minha esposa quando chego a casa, me sinto sujo, sei que não é isso que Deus quer pra mim… Eu amo Deus, tenho dons que Ele me deu, mas vivo com essa sombra… Quando chego à igreja, não consigo adorar, sinto que esse desejo está me destruindo, destruindo meu casamento e meu relacionamento com Deus. Tenho medo de pedir ajuda ao meu pastor e ele me excluir… de ser. Na quero ser excluído, quero ser ajudado e curado… (M. A. R. L – Membro de uma Igreja Batista – RJ)

E-mails como esses acima, recebemos de pessoas que diariamente escrevem gritando por ajuda.
Refletir sobre esse tema nos dias atuais representa esforço e até mesmo desafio por parte do cristão, diante da maneira como a cultura pós-moderna vem enfrentando não só este, mas qualquer assunto ligado à sexualidade.
Débora Fonseca, líder do ministério Luz na Noite declarou algo muito importante em seu artigo sobre homossexualidade: Durante anos a igreja cristã vivenciou períodos de silencio, tabus e repressão com aqueles que manifestavam confusões e dificuldades em sua sexualidade, mas especificamente no que tange a homossexualidade.
A tradição de varrer o pecado no meio do povo e com ele o pecador contribuiu para o abandono e afundamento de muitos.

Hoje nossa juventude e porque não dizer, nossas igrejas, estão marcadas por sofrimento e crises no que envolve a homossexualidade:
1- Sofrimento e crises por partes daqueles que experimentam o conflito, muitas vezes, diário e desesperador, da presença de sentimentos homossexuais em seus corações e os fantasmas da incompreensão e rejeição preconceituosa do meio social em que vivem.
2- Sofrimento e crises por parte das famílias que não compreendem muitas vezes como seus filhos, criados por toda uma vida na igreja, puderam em um dado momento escolher ser assim.

3- Sofrimentos e crises por parte das lideranças que passam a inventar fórmulas e jargões espirituais para resolverem rápido o problema e libertarem a igreja de tamanha abominação em seu meio ou se omitir fechando os olhos e coração a dor do próximo.
4- Sofrimento e crises por parte daqueles que já perderam a esperança e infelizmente abandonaram a fé, muitos se tornando, para nossa tristeza inimigos da cruz.”

A causa da homossexualidade não está claramente identificada.
Pesquisas recentes indicam que as famílias mais propensas a gerar um rapaz homossexual são aquelas em que a mãe é muito intima do filho, possessiva e dominante, enquanto o pai é desligado e hostil. São mães com tendências ao puritanismo, sexualmente frigidas e determinadas a desenvolver uma espécie de aliança com o filho contra o pai, a quem ela humilha. O filho torna-se excessivamente submisso a mãe, volta-se a ela em busca de proteção e fica ao seu lado em disputas contra o pai.

Pais de homossexuais, são frequentemente distantes, não demonstrando entusiasmo ou afeição, e criticam seus filhos. Sua tendência é menosprezar e humilhar o filho, dedicando-lhe muito pouco de seu tempo. O filho reage com medo, aversão e falta de respeito. Alguns estudiosos consideram que a relação entre pai e filho parece ser mais decisiva na formação da identidade sexual o jovem do que no relacionamento deste com sua mãe. Tais pesquisadores chegam a afirmar não ser possível uma criança se tornar homossexual se seu pai for carinhoso e amoroso.

Em alguns homossexuais é o medo do sexo oposto que parece ser o fator dominante, não há atração profunda por alguém do mesmo sexo. Uma vez resolvido esse medo com terapia, à heterossexualidade prevalece. Estudos recentes têm demonstrado, ainda, que a sedução por outros homossexuais- especialmente outros rapazes- não parece ser um fator relevante.

A chamada “homossexualidade latente” refere-se a conflitos emocionais similares aos da forma “aparente”, mas sem consciência do fato ou sem expressão publica dos conflitos.
Lesbianismo é o termo que se aplica à homossexualidade feminina. Como no caso do homossexualismo masculino, sua prevalência é desconhecida.
Também neste caso a questão familiar desempenha um papel muito importante. Pesquisas demonstram que muitas mães de mulheres lésbicas tendem a ser hostis e competitivas com suas filhas, sendo muito ligadas aos filhos homens e ao pai. Além disso pai de mulheres lésbicas raramente desempenham um papel dominante na família e dificilmente mostram-se afeiçoados as filhas.

Tanto homens como mulheres que enfrentam problemas com sua sexualidade tendem ao isolamento e mostram dificuldades em fazer amizades, mesmo quando crianças. A maioria dos homossexuais torna-se conscientes de seus desejos homossexuais antes dos dezesseis anos, alguns até antes dos dez anos de idade.
A cada dia, a mídia escrita ou falada, alicerçada a ciência, produz e reproduz discursos sobre naturalismo e ausência de possibilidades de escolhas para os homossexuais sepultando vestígios de esperança com relação aos que querem receber ajuda para abandonar a pratica homossexual e serem vitoriosos contra suas tentações.
Parece que já estamos vivendo o tempo em que as pessoas não estão suportando a sã doutrina, pelo contrário, estão se cercando de mestres, segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceiras nos ouvidos. (2 Timóteo 4:3)

Em meio a toda essa problemática, urge que a igreja se levante com voz profética e proclame destemidamente o evangelho de Cristo, pois só ele é capaz de libertar o pecador do poder do pecado e restaurar a esperança a todo aquele que crê.
Como igreja do Senhor Jesus, temos que proclamar que existe esperança. Esperança para aqueles que se veem assustados e confusos em meio ao bombardeio de sentimentos e desejos homossexuais, quem sabe até já afundado na pratica secreta desse pecado.
Não podemos deixar de afirmar: A prática da homossexualidade é um pecado! Não o “patinho feio” dos pecados, mas é um pecado e precisa como qualquer outro, ser reconhecido, confessado e abandonado. ( I Corintios 6:9-11)

Permita-me mexer com sua mente. Porque alguns pecados, como mentira, fofoca, roubar do Senhor nos dízimos e nas ofertas, mau testemunho, palavras torpes, ficar, sonegação de impostos, e etc. São “toleráveis”? E pecados como homossexualismo, fornicação, adultério são tidos com “abomináveis”?
Estamos vivendo na graça ou na era da hierarquia de pecados? Alguns podem e outros não? Para que fomos chamados, incluir ou excluir? Fazemos parte da grande comissão ou grande omissão?

Precisamos tirar a máscara da religiosidade. Condenamos e denunciamos os pecados sexuais, mas calamos a boca quando o assunto é a fofoca, a intriga, a falta de união, a briga entre pastores, a busca incessante pelo poder, etc… Os pecados sexuais não são piores do que nenhum outro, para Deus, todos estão na mesma categoria.
Não estou afirmando em hipótese alguma que devemos “passar a mão na cabeça”, pois o pai que ama corrige seu filho. Estou afirmando que é necessário olhar além do pecado, é necessário enxergar o coração ferido do pecador. Pois muitas vezes a igreja empenhada em varrer o pecado do meio de seu povo, varre também o pecador, permitindo que o mesmo se afunde cada vez mais.

Somente o reconhecimento desta verdade pode trazer ao pecador a verdadeira libertação do poder deste pecado, ( João 8:36) para que assim possa com os olhos fitos em Jesus ingressar ou retomar seu processo diário de santificação rumo ao céu, onde finalmente atingirá a perfeição, mediante o recebimento de um corpo glorificado, não mais sujeitos as tentações da carne.

A igreja precisa estar atenta à realidade que a dinâmica desse processo envolve e ao tempo do agir de Deus na vida de seus membros e visitantes, para não atropelar a obra do Espírito Santo e não ser pedra de tropeço na vida de muitos, os afastando da graça.
Igualmente as famílias precisam se tornar aliadas e não rivais daqueles que sofrem com sentimentos e desejos homossexuais, caminhando junto e sendo humildes o suficiente para reverem suas estruturas, dinâmicas e relacionamentos, abandonando os extremos da culpa ou da indiferença e enfrentando a problemática de frente.
É preciso esforço e empenho do povo de Deus para cultivar espaços éticos de acolhimento e escuta, com reflexão da palavra de Deus e orações, para que corações possam expor suas magoas e feridas passadas não tratadas sejam curadas, deixando de ser palco para a florescência de sentimentos e desejos homossexuais.

Lori Rentzel e Bob Davieis em seu livro declaram: “O crescimento espiritual é um processo que leva toda a vida. Trabalhar nas falhas de caráter e nas feridas do passado, nas imaturidades e inseguranças é um processo longo para todos e não apenas para o homossexual ou a lésbica que resolveram mudar de vida”.
Mudança é uma aventura cooperativa entre Deus e nós mesmos pela força do Espírito Santo. A graça Dele nos autoriza a fazermos as escolhas que conduzem à liberdade em nossa sexualidade e em outras áreas da vida. Nós o buscamos e Ele não só revela a nós quem Ele é, mas quem nós somos.

Deixar o homossexualismo integralmente requer cura emocional profunda e uma reestruturação da identidade inteira. Como nosso criador, Deus é o único que sabe restabelecer nossa personalidade. Para completar este processo de cura Ele pede nossa cooperação.
Não podemos colocar limites de tempo para o processo de cura. Deus tem um horário diferente para cada pessoa.
Urge que a visão de Deus seja multiplicada para que crianças não continuem tendo seus futuros ceifados pela tragédia dos abusos sexuais, dos abusos emocionais, ou pela lastima das famílias disfuncionais.
Que a voz profética da igreja se levante com autoridade de Cristo e proclame que existe esperança, vida e felicidade além da homossexualidade.

Se você tem sido alvo de tentações e confusões, quero “saia do armário” diante de Deus.
Rasgue seu coração diante do Pai, (Provérbios 28:13) busque ajuda em oração, com alguém que possa lhe acompanhar em seu processo diário de crescimento no senhor Jesus e luta contra as tentações ( Tiago 5:16). E mesmo que com sofrimento inicial exercite a obediência por amor a Deus. A obediência não nos trata, mas nos Poe na posição para sermos tratados por Deus. Escolha obedecer.

Se você enfrenta alguma dificuldade na área da sexualidade e precisa de auxilio e ajuda, entre em contato conosco através do e-mail: saudavelsexualidade@gmail.com
Não temos fórmulas prontas para te oferecer, mas queremos caminhar sobre a verdade que Liberta o homem do pecado, ensinando princípios eternos que regem a nossa vida e nos ajuda a vencer.
Acesse também o site: www.sexualidadesaudavel.com.br

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