O Benefício da Aflição

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“Foi bom para mim ser afligido!” (Salmo 119:71)

A adversidade muitas vezes se revela uma bênção dolorosa – e a prosperidade um mal agradável. Poucas pessoas têm obtido qualquer benefício espiritual da prosperidade – mas muitos têm dado testemunho de que a adversidade lhes fez um bem imenso.
A aflição tem levado muitas pessoas a Cristo, que nunca pensaram em procurá-lo antes; e tem restaurado muitos, que na prosperidade tinham andado longe dEle. Muitos, muitos mesmo, podem dizer: “Foi bom para mim ser afligido – porque isto deteve a minha carreira louca de pecado e insensatez; isto me instruiu e me ensinou a conhecer mais de mim mesmo e do meu Deus do que eu jamais conhecera antes! A aflição…

me amoleceu e me fez ficar quieto diante de Deus,
me retirou do mundo,
me corrigiu de minhas noções tolas, e
fez o Céu aparecer dez vezes mais precioso e glorioso!”
É a aflição. . .
que nos leva aos pés de Jesus,
que nos dá uma visão sóbria de todas as coisas terrenas, e
que nos desperta para confirmar a nossa vocação e eleição
– sempre nos faz bem!
Os mais doces sorrisos de Deus e suas amáveis visitações – são concedidas a nós em épocas de aflição. Vamos, portanto, buscar a graça de santificar nossa tribulação e fazer de cada dor, privação e sofrimento – uma bênção. Vamos nos humilhar sob a poderosa mão de Deus e reconhecer a Sua justiça, graça e fidelidade em nos afligir.
Então, quando sairmos da fornalha – também seremos capazes de dar este testemunho: “Foi bom para mim ser afligido!”
Senhor Misericordioso, em cada aflição dá-me a graça especial para que eu possa. . .
aprender tua verdade,
preferir a tua vontade,
observar os teus preceitos,
e buscar a tua glória!
Que todas as minhas aflições se tornem verdadeiras bênçãos para a minha alma. Santifica-me na tribulação – e santifica-me na aflição para o teu louvor.
“Antes de ser afligido andava errado – mas agora eu obedeço a tua Palavra!” (Salmo 119:67)
“Bem sei, ó SENHOR, que os teus juízos são justos e que com fidelidade me afligiste.” (Salmo 119:75)

Texto de James Smith, traduzido e adaptado por Silvio Dutra.


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