Vida Cristã

Geração Coca-Cola

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Nada mais será como antes
Comments (4)
  1. valter macedo cardoso disse:

    Sou cristão recém convertido, porém venho de família cristã. Talvez esse assunto de evangelização seja o que mais aflige e incomoda o cristão. Sempre nos preguntamos se, ao invéz de fazer o que estamos fazendo em proveito próprio (diversão, descanço, etc…) não deveríamos estar de alguma forma evangelizanso. Entretando, acredito que a santificação e a preparação (na palavra de Deus) seja ainda mais importante, pois a evangelização sem o Espírito Santo são palavras vãs. E, além do mais, somos o sal do mundo e todos nós sabemos que sal demais estraga o alimento.
    Seja santo e domine a palavras de Deus! Que o Senhor te colocará no ministério e no lugar certo, de acordo com a Sua vontade, para evangelizar.
    A paz do Senhor.

  2. Rosa disse:

    Bom dia Pastor
    Até entendo a sua preocupação. Mas quando olhamos tanta coisa errada nas igrejas envolvendo dinheiro, é comum as pessoas pensarem um pouco. O nosso dízimo é divino, uma obrigação de todo aquele que crê, as ofertas alçadas também. Quando assito em determinada igrejas, cultos que cultuam mais as ofertas, chegando a apelação, penso mais uma vez, e as almas?
    Jesus disse: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura, aquele que crer e for batizado será salvo. E para isto, nem sempre o dinheiro é o primordial, mas a boa vontade e a fé.
    A paz.

  3. Karen disse:

    Muito interessante este artigo. Nos remete a uma reflexão sobre aquilo que poderíamos fazer na obra do Senhor, mas que, muitas vezes, acabamos nos anulando dessa responsabilidade. Devemos nos lembrar sempre que esta foi uma ordenança de Deus.

    A paz do Senhor a todos!

  4. Renata Pires disse:

    Sim, concordo plenamente com o conteúdo do artigo. Infelizmente é o que se passa. A igreja está virada para si própria, espera ser servida, abençoada, ao invés de abençoar. Os melhores hinos para a igreja são os que falam da «benção», da «vitória», do sucesso, da «restituição». Também o desinteresse pela evangelização é notório, assim como as faltas nos cultos de doutrina. Mas se existir uma conferência com determinado missionário «avivado», as pessoas já se mobilizam para a igreja. E o que falar dos modernismos. Certos tipos de eventos, certos louvores com letras tudo menos bíblicas, pregações que focam interesses temporários. Tudo bem que Deus abençoa, mas essa não é a essência do evangelho. É necessário pregar a necessidade de arrependimento aos pecadores e quanto aos crentes é necessários enfatizar a santificação e a urgência da evangelização. Agora uma questão: será que a igreja evangélica não se está a tornar neste momento em mais uma seita?

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